Versos, prosas, imagens, "causos", causas, efeitos, fatos, lembranças, amores, paixões, lirismo, passado, presente e futuro.
quinta-feira, dezembro 13, 2007
Antonio Lobo Antunes - Meu mais novo amor
Um comentário:
Maria Gabriela Tasso
disse...
"Escrever,escrever viver" Solveig Nordlund e o filme sobre António Lobo Antunes temm imagens de um Jardim Zoológico da última década a ilustrar palavras que ouvi no livro sobre os anos 50.As vozes que o lêem estão só a descodificar simbolos/letras.Não há emoção,ritmo, o autor desapareceu...valeu-lhe na edição os monólogos que por ser soblime não fez com que o filme o seja. "A Morte De Carlos Gardel"? Que responsabilidade!!!!!!
Eles dirão por mim:
Jose Ortega Y Gasset: "Eu sou eu e minhas circunstâncias".
João Guimarães Rosa, em Grande Sertão: Veredas: "Moça de carinha redonda, entre compridos cabelos... E o que mais foi, foi um sorriso."
Machado de Assis, em Dom Casmurro: "Você já reparou nos olhos dela? São assim de cigana oblíqua e dissimulada".
Vladimir Nabokov, em Lolita: "Lolita, luz da minha vida, labareda em minha carne. Minha alma, minha lama. Lo-li-ta: a ponta da língua descendo em três saltos pelo céu da boca para tropeçar de leve, no terceiro, contra os dentes. Lo. Li. Ta."
Walt Whitman, em Full of life now: "Estás lendo-me. Agora o invisível sou eu,/Agora és tu, compacto, visível, quem intui meus versos e me procura/pensando em como seria feliz se eu pudesse ser teu companheiro./Sê feliz como se eu estivesse contigo. (Não tenhas muita certeza de que não estou contigo)."
Octavio Paz, em Amor e Erotismo - A dupla chama: "Para mim, a poesia e o pensamento são um sistema único. A fonte de ambos é a vida: escrevo sobre o que vivi e vivo. Viver também é pensar e, às vezes, atravessar essa fronteira na qual sentir e pensar se fundem: isso é poesia".
Um comentário:
"Escrever,escrever viver" Solveig Nordlund e o filme sobre António Lobo Antunes temm imagens de um Jardim Zoológico da última década a ilustrar palavras que ouvi no livro sobre os anos 50.As vozes que o lêem estão só a descodificar simbolos/letras.Não há emoção,ritmo, o autor desapareceu...valeu-lhe na edição os monólogos que por ser soblime não fez com que o filme o seja.
"A Morte De Carlos Gardel"? Que responsabilidade!!!!!!
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